Palicourea rigida
Antes da publicação: consultar CNCFlora/JBRJ, lista federal vigente, listas estaduais e avaliações internacionais aplicáveis.
Rubiaceae / Gentianales
bate-caixa, douradinha, douradinho-do-cerrado e outros nomes regionais
CEF-TAX-000005 · Ficha V1.0
Subarbusto ou arbusto de flores tubulares, amplamente distribuído nos Cerrados brasileiros. É distílico: cada planta tem um de dois tipos de flor, e a formação de frutos depende do cruzamento entre eles. No Distrito Federal, foi estudado como polinizado principalmente por um beija-flor.

| Nome aceito | Palicourea rigida Kunth | A |
|---|---|---|
| Família | Rubiaceae | A |
| Ordem | Gentianales | A |
| Gênero | Palicourea | A |
| Táxons infraespecíficos | subsp. rigida; subsp. hirtella (Müll.Arg.) Steyerm.; registros associados a subsp. strepens | A/B |
| Sinônimos principais | Psychotria rigida Bredem. ex Schult.; Psychotria noxia A.St.-Hil.; Palicourea aurata Mart.; Palicourea diuretica Mart.; Uragoga rigida (Bredem. ex Schult.) Kuntze | A |
| Nomes regionais | bate-caixa, douradão, douradinha, douradinho-do-cerrado, erva-de-rato-grande, gritadeira, gritadeira-do-campo, tangaraca | B |
A literatura científica caracteriza a espécie como amplamente distribuída nos Cerrados brasileiros e presente em outras savanas neotropicais. A Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo documenta ocorrências no estado. A lista completa de estados será conferida na Flora e Funga do Brasil. A
Distribuição
Fonte: literatura científica
Subarbusto ou arbusto, conforme o tratamento e a população. Estudos anatômicos e ecológicos documentam a espécie em diferentes fisionomias do Cerrado. A
Ambientes documentados
As inflorescências são terminais e tirsóideas, com flores tubulares de base gibosa. Há um disco nectarífero acima do ovário e nectários na face externa da corola, na forma de tricomas glandulares. Em populações estudadas, cada flor pode durar apenas um dia. A variação de cor vai das hastes da inflorescência até as partes da flor.
O atlas não escolhe uma única cor: a diversidade fica registrada com população e fonte.
Na mesma população existem dois morfos. Na flor longistila, o estigma fica no alto e as anteras embaixo; na brevistila, o contrário. Eles também diferem na forma do estigma e no pólen.
Os estudos descrevem ciclos e estações, não meses exatos. Por isso esta ficha não mostra calendário mensal. Alocal / B regional
Escopo: Fazenda Água Limpa, Distrito Federal. Fonte: estudo da população da Fazenda Água Limpa. Alocal
Uma visita isolada à flor não é tratada como polinização comprovada.
A categoria oficial não foi confirmada com a qualidade exigida nesta rodada. Isso não significa “não ameaçada”, “pouco preocupante” nem “sem risco”.
Antes da publicação: consultar CNCFlora/JBRJ, lista federal vigente, listas estaduais e avaliações internacionais aplicáveis.
Estes registros não são recomendação terapêutica. Uma ficha botânica não é orientação de saúde.
| Campo | Nível | Situação |
|---|---|---|
| Nome aceito | A | Flora e Funga do Brasil |
| Família | A | Flora e Funga |
| Sinonímia | A | Flora e Funga |
| Estrutura infraespecífica | A/B | revisar escopo antes de publicar |
| Distribuição ampla no Cerrado | A | literatura científica |
| Distilia | A | estudos experimentais |
| Incompatibilidade heteromórfica | A | estudos experimentais |
| Morfologia floral | A | estudos reprodutivos |
| Polinização por Colibri serrirostris | Alocal | Fazenda Água Limpa |
| Outros polinizadores | Alocal | população estudada |
| Dois ciclos de floração | Alocal | população estudada |
| Floração principal nas chuvas | A/B regional | Brasil Central |
| Variação geográfica | A | pesquisa específica |
| Conservação nacional | D | não confirmada nesta rodada |
| Usos tradicionais | B/C | curadoria por fonte e região |